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Goiás Social retirou mais de 600 mil pessoas da pobreza

    “Os números do IBGE confirmam aquilo que presenciamos todos os dias nas ações do Goiás Social. Isso mostra que as famílias estão conquis...

  

Caiado e Gracinha em evento do Goiás Social
“Os números do IBGE confirmam aquilo que presenciamos todos os dias nas ações do Goiás Social. Isso mostra que as famílias estão conquistando autonomia e transformando a própria realidade”, explica a primeira-dama, Gracinha Caiado. (Foto: Secom)

A política social implantada em Goiás a partir de 2019 foi estruturada com o objetivo de enfrentar um dos desafios mais persistentes das políticas públicas: a superação da pobreza de forma duradoura. O Goiás Social passou a organizar ações voltadas não apenas ao atendimento imediato, mas à construção de condições para que famílias em situação de vulnerabilidade alcançassem autonomia.

Superar esse cenário exigiu mais do que transferência de renda. A gestão estadual estruturou uma política que combinou assistência social com formação e inserção produtiva, com foco em ampliar o acesso ao mercado de trabalho de forma competitiva e sustentável.

Os resultados aparecem nos indicadores. Em 2023, Goiás registrou taxa de pobreza de 1,3% da população, muito abaixo da média nacional de 4,5%, de acordo com dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A extrema pobreza caiu para 0,8%, o menor índice do país.

Nos últimos sete anos, mais de 600 mil pessoas superaram a condição de pobreza no estado.

“Nós adotamos a seguinte filosofia: não comemoramos cartões, mas sim pessoas emancipadas. Investimos na área social não como instrumento de dependência, mas com o objetivo de criar autonomia. Com essa diretriz, Goiás alcançou a menor taxa de pobreza e extrema pobreza de sua história”, afirmou o governador Ronaldo Caiado.

“Programas como Mães de Goiás, Aluguel Social e Crédito Social se tornaram referência e passaram a ser observados por outros estados”, acrescentou.

“Os números do IBGE confirmam aquilo que presenciamos todos os dias nas ações do Goiás Social. Isso mostra que as famílias estão conquistando autonomia e transformando a própria realidade”, disse Gracinha Caiado.

Frentes

A estrutura do programa foi organizada em três frentes: atendimento emergencial, proteção social e emancipação.

No eixo emergencial, voltado a situações imediatas, foram distribuídas mais de 1,5 milhão de cestas básicas, com investimento superior a R$ 143,8 milhões, além de 1,7 milhão de pacotes de alimentos pelo programa NutreBem, que atendeu mais de 233 mil famílias.

Outras ações incluíram a distribuição de 470 mil cobertores e a atuação do Banco de Alimentos, que arrecadou e distribuiu 8,6 mil toneladas de frutas e hortaliças. Em situações de risco, o Goiás Alerta e Solidário antecipou a entrega de mantimentos e medicamentos a famílias atingidas por eventos climáticos.

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No eixo protetivo, a política buscou garantir estabilidade de renda. O programa Mães de Goiás beneficiou 213 mil mulheres com repasses mensais de R$ 300, somando mais de R$ 971 milhões investidos. O programa Dignidade atendeu mais de 7,1 mil idosos, enquanto o Goiás + Inclusivo alcançou 6.998 famílias.

A rede de proteção também inclui os Restaurantes do Bem, que já serviram 22,2 milhões de refeições em 22 unidades. Além disso, foram destinados R$ 100 milhões para a estruturação de mais de 400 unidades de assistência social nos 246 municípios e outros R$ 130 milhões em cofinanciamento das ações locais.

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etapa de emancipação concentrou ações voltadas à geração de renda e qualificação. O Crédito Social distribuiu mais de 38 mil cartões de microcrédito de até R$ 5 mil. Os Colégios Tecnológicos (Cotecs) formaram mais de 154 mil pessoas em cursos alinhados às demandas do mercado.

Na educação, programas como o Aprendiz do Futuro atenderam 15 mil jovens, enquanto o ProBem concedeu bolsas a mais de 53 mil estudantes. Iniciativas como o Start e as Escolas do Futuro alcançaram mais de 20 mil pessoas com formação em tecnologia.

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No campo habitacional, o Aluguel Social beneficiou 82 mil famílias em 175 municípios, e o Casas a Custo Zero entregou mais de 5,1 mil moradias em 166 cidades.

Para o governador, os resultados estão relacionados à combinação entre assistência e geração de oportunidades.

“Não são apenas programas assistenciais, mas ações que permitem que as pessoas reconstruam suas vidas e sigam sem depender do Estado”, afirmou. Segundo ele, a política adotada buscou criar condições para que o acesso à renda, aliado à educação e à qualificação, possibilitasse a inserção no mercado de trabalho e a construção de novos caminhos para as famílias goianas.

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