A saúde passa a ser a principal prioridade de Celina Leão, que planeja implementar medidas imediatas no Distrito Federal.

  

                                                                     Reprodução wrb
Governadora reúne equipe da pasta para redefinir prioridades em meio à alta demanda por atendimento

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, iniciou nesta segunda-feira (6) uma série de reuniões internas para reavaliar a gestão da saúde pública no DF. O primeiro encontro reuniu subsecretários e o titular da pasta, Juracy, com foco na revisão de prioridades e no uso dos recursos disponíveis.

A iniciativa ocorre em um cenário de pressão sobre o sistema, marcado pelo aumento da demanda por atendimento e pela necessidade de respostas mais rápidas à população.

Segundo a governadora, a etapa inicial do processo será dedicada a um diagnóstico direto com as equipes técnicas, para identificar os principais gargalos da rede. A proposta é reorganizar o orçamento a partir dessas informações.

“A ideia é reunir todos os responsáveis pela área para definir o que deve ser tratado como prioridade dentro da saúde”, afirmou.

Além do mapeamento dos problemas, o governo também discute a adoção de medidas imediatas, enquanto prepara mudanças estruturais mais amplas. A estratégia combina ações de curto prazo com uma revisão mais profunda do funcionamento do sistema.

“Estamos avaliando o que pode ser feito desde já, sem deixar de planejar uma reorganização mais completa. Esse é um processo contínuo, com novas reuniões previstas”, disse a governadora.

A expectativa da gestão é que os primeiros resultados comecem a aparecer nas próximas semanas, à medida que as decisões avancem dentro da estrutura da Secretaria de Saúde.

Desde que assumiu o governo, em 30 de março, a saúde tem sido um dos principais eixos de atuação de Celina Leão. Nas primeiras horas de gestão, ela anunciou o cancelamento da festa de aniversário de Brasília, com a destinação de R$ 25 milhões para a área — medida que sinalizou a prioridade dada ao setor diante das pressões sobre a rede pública.

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