Sistema de identificação vai modernizar o controle de enxovais dos hospitais de Base, de Santa Maria e das sete UPAs sob responsabilidade do institut

Levantamento atual do inventário de itens de enxoval dura cerca de 72 horas, com necessidade de mobilização de mais de 50 pessoas | Foto: Divulgação

Um chip rastreador será implantado, em 2021, em cada um dos itens do enxoval hospitalar das unidades administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) – o Hospital de Base, o Hospital de Santa Maria e as seis unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF. O objetivo é facilitar a contagem e o monitoramento de lençóis, cobertores, roupa privativa, aventais e babadores, entre outros.

Para conhecer de perto o novo sistema de controle, chamado de Sistema de Identificação por Radiofrequência (RFID, na sigla em inglês), representantes do Núcleo de Hotelaria do Iges-DF visitaram o Hospital Universitário de Brasília (HUB) na terça-feira (16). O RFID foi adotado no HUB em setembro deste ano.

“Com a implementação nas unidades administradas pelo Iges, conseguiremos fazer um acompanhamento fidedigno das peças”, afirma a chefe do Núcleo de Hotelaria em Saúde do instituto, Célia Regina Vieira. “Saberemos onde cada item está, quantas vezes foi processado e o último local por que passou. Também poderemos identificar o colaborador que ficou com a guarda dele e reduzir a evasão de itens”, detalha Célia Regina.

O levantamento atual do inventário de itens de enxoval do Iges-DF dura cerca de 72 horas, com necessidade de mobilização de mais de 50 pessoas. “É um processo com mais chances de erro de contabilização. Por isso, estamos em busca da modernização”, diz a chefe do Núcleo de Hotelaria.

 Com informações do Iges-DF