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Retorno às aulas no Distrito Federal intensifica as iniciativas para combater o abandono digital na rede pública.

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A interrupção total da rotina de estudos e o aumento do tempo destinado às telas exclusivamente para entretenimento podem afetar o ritmo de aprendizagem nas primeiras semanas letivas. Felipe Noronha, Ascom/SEEDF

Secretaria intensifica a recomposição de aprendizagens e amplia projetos pedagógicos no início do ano escolar.

O retorno às aulas representa uma oportunidade de reencontro entre estudantes, professores e o ambiente educativo após o período de descanso. Para os educadores, contudo, esse reinício exige especial atenção para reestabelecer as rotinas escolares e o engajamento pedagógico, principalmente diante do fenômeno cada vez mais recorrente durante as férias chamado abandono digital. Nesse contexto, os alunos se distanciam das pticas e plataformas educativas utilizadas ao longo do ano.

Embora o período de descanso seja fundamental no calendário escolar, o afastamento completo das atividades de estudo aliado ao maior uso de ferramentas digitais voltado apenas para entretenimento pode prejudicar o ritmo de aprendizagem dos estudantes no início das aulas.

Hélvia Paranaguá, secretária de Estado de Educação do Distrito Federal, destaca que o retorno às atividades escolares é um momento estratégico para reconectar os alunos com o processo educativo. Para ela, "a volta às aulas é uma oportunidade de retomada; esforços são dedicados para que esse reencontro aconta de maneira acolhedora, bem organizada e focada no pedagógico". Reforçando sua perspectiva, afirma que a recomposição das aprendizagens se tornou uma prioridade na rede pública de ensino, especialmente depois de períodos de afastamento das práticas escolares.

Ana Beatriz Goldstein, responsável pela Assessoria Especial de Cultura de Paz (AECP), que atua na gestão de conflitos e na promoção da convivência respeitosa no ambiente escolar, ressalta que o pós-férias requer atenção redobrada à segurança e à socialização nas escolas.

Ela pontua que "o abandono digital também está relacionado à segurança escolar. A alterão na rotina durante as férias e a maior exposição a conteúdos digitais sem supervisão justificam a necessidade, no retorno, de fortalecer dlogos sobre respeito, responsabilidade e uso consciente das redes sociais e outras tecnologias. Além disso, é imprescindível alinhar esse cuidado ao trabalho pedagógico e à atenção emocional oferecida aos estudantes."

Integração entre cultura de paz e ações educativas nesse início torna-se vital para reforçar vínculos e criar um ambiente mais seguro e propício à aprendizagem, segundo Goldstein.

Programas e iniciativas estratégicas no retorno

Na rede pública do Distrito Federal, esse momento inicial do ano letivo promove o fortalecimento de programas estruturantes voltados à aprendizagem e ao desenvolvimento integral dos alunos.

Entre os principais projetos está o Programa Alfaletrando, que busca assegurar a alfabetização até o final do segundo ano do ensino fundamental. Seu objetivo também abrange o fortalecimento do letramento nos anos iniciais por meio de iniciativas pedagógicas direcionadas tanto aos professores quanto aos estudantes.

Outro destaque é o Programa NaMoral, voltado à promoção de valores éticos, cidadania e respeito mútuo. Este programa será ampliado durante o ano para alcaar mais escolas da rede.

A recomposição das aprendizagens e o fortalecimento da convivência são prioridades evidenciadas pela subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga. Ela enfatiza que o abandono digital durante as férias continuará sendo uma questão central tratada nas estratégias pedagógicas futuras. Braga também aponta a relevância do uso equilibrado da tecnologia como ferramenta educativa e do envolvimento ativo dos estudantes nas primeiras semanas após o retorno às aulas.

Para melhor apoiar esses esforços, oficinas formativas para educadores ocorrem ao longo do ano letivo. Esses eventos destacam boas práticas pedagógicas voltadas para temas como acolhimento escolar, aplicação didática das ferramentas digitais e gerenciamento saudável de conflitos.

Além disso, pais e responsáveis são orientados a oferecer suporte aos alunos nesse período transitório. Recomenda-se encorajar gradual retomada das rotinas de estudo, envolvê-los em projetos educacionais e promoverbitos como leitura, alocando limites adequados ao consumo recreativo de tecnologias antes do início e durante as aulas.

Ao longo do ano, oficinas culturais e educativas são promovidas pela rede blica para aprimorar a convivência escolar e reforçar a conscientização sobre o uso responvel das tecnologias digitais. A colaboração entre professores e estudantes nessas atividades incentiva práticas como acolhimento mútuo e resolução pacífica de conflitos, assegurando um ambiente positivo para aprendizado contínuo.

Matéria publicada pelo Portal de Notícias com informações da Secex/SEEDF

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