Programa se destaca por transformar resíduos eletrônicos em oportunidades de inclusão, capacitação e sustentabilidade Brasília conquisto...
Programa se destaca por transformar resíduos eletrônicos em oportunidades de inclusão, capacitação e sustentabilidade
Brasília conquistou mais um importante reconhecimento internacional. O Reciclotech, programa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), foi eleito um dos cinco melhores projetos de inovação da Ibero-América durante o Fórum das Cidades 2026, realizado em Madri, na Espanha. A premiação, concedida pela União das Cidades Capitais Ibero-Americanas (UCCI), destaca iniciativas capazes de gerar impacto positivo e soluções inovadoras para os desafios urbanos.
Além de promover o descarte adequado de equipamentos eletrônicos, o Reciclotech se consolidou como uma política pública que alia tecnologia, sustentabilidade e inclusão social. A iniciativa recupera computadores, capacita jovens e adultos para o mercado de trabalho e amplia o acesso à tecnologia em comunidades e instituições públicas.
Desde sua criação, o programa já possibilitou o recondicionamento e a doação de 5.906 computadores, capacitou 2.917 pessoas e garantiu a destinação correta de 3.025 toneladas de resíduos eletrônicos no Distrito Federal. Os resultados refletem um modelo que transforma resíduos eletrônicos em oportunidades de desenvolvimento para a população.
Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino, o reconhecimento demonstra a capacidade de Brasília em desenvolver soluções com impacto real na vida das pessoas. “Receber esse reconhecimento em um dos mais importantes fóruns internacionais dedicados às cidades é motivo de grande orgulho para Brasília. O Reciclotech mostra que a inovação pública vai muito além da tecnologia. Ela acontece quando conseguimos transformar desafios sociais e ambientais em oportunidades reais para as pessoas. Este prêmio pertence a todos que acreditam que a ciência, a tecnologia e a inovação podem ser instrumentos de inclusão, sustentabilidade e desenvolvimento”, afirma.
Com informações da Secti-DF